Publicado por Redação em Notícias Gerais - 30/03/2015 às 10:32:04
Sedenta por desafios, geração Y chega cada vez mais cedo a cargos de liderança e chefia
Jovens ganharam autoestima e rejeitam atividades que não fazem sentido em longo prazo
Ante a velocidade acelerada com que informações e mudanças estão transitando, os jovens pertencentes à chamada geração Y tomaram a frente e chegam cada vez mais cedo a cargos de chefia e liderança. Pertencem à geração Y os nascidos a partir da década de 80, que cresceram em tempos marcados pela valorização intensa da internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e rejeitam atividades que não fazem sentido em longo prazo.
A geração Y invadiu as empresas no mesmo ritmo em que a tecnologia impregnou o planeta. Sim, porque quem seria mais habilitado a encarar a “era do conhecimento” do que aqueles que já nascem dentro de telas hi-tech? Antes do primeiro choro, o acompanhante na sala de parto já está filmando tudo para postar rapidamente nas redes sociais. Há uma profusão de imagens de tablets, notebooks, celulares e os mais variados apetrechos virtuais que as gerações anteriores só viam em filmes de ficção científica.
Essa nova geração de líderes necessita de desafios constantes, em um espaço de trabalho integrado e dinâmico. Um dos papéis do gestor de recursos humanos é desenvolver programas de treinamento para que se estabeleça um ambiente harmonioso, apesar da competitividade, que seja um local seguro e que as diferenças não provoquem rompimentos nas relações ao ponto de prejudicar as atividades empresariais.
Algumas empresas, para reter e motivar seus jovens profissionais, contratam os serviços de consultorias especializadas em soluções de recursos humanos. Não basta modernizar os equipamentos ou lançar produtos de qualidade se o treinamento profissional não for uma constante, ou seja, sem investir no capital humano da empresa. O funcionário precisa estar motivado, disposto a inovar em seu conhecimento, sentir-se valorizado, entender que pode contribuir cada vez mais.
Uma das ferramentas que podem auxiliar nesse contexto é a de assessment, que são projetos de avaliação de competências, estilo e performance. Identificam-se nos líderes Y os pontos fortes e se sugerem os que devem ser aprimorados.
Outra ferramenta é o coaching, no qual é desenvolvido um projeto de treinamento e aconselhamento de carreira. O coaching auxilia o executivo Y a desenvolver suas competências comportamentais trabalhadas em conjunto com qualificações técnicas. Os resultados são excelentes, tanto em nível pessoal quanto para a empresa.
Embora a incerteza e a mudança sejam uma constante no jovem atual, uma coisa é certa: virão outras gerações com características próprias e, assim, cabe à gestão de RH se aprimorar, buscando sempre estar um passo à frente destes novos desafios que estão por vir na administração organizacional.
Fonte: Portal A Notícia
Posts relacionados
Morre piloto que passou mal em voo entre o Rio e Paris
Ronuro Pinheiro, de 63 anos, estava internado desde terça-feira, quando desmaiou a bordo e o avião da TAM teve de fazer pouso não programado em Salvador
No PAF, Mantega diz que fundamentos serão mantidos
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em mensagem do Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado nesta quinta-feira que os fundamentos que têm guiado a política econômica nos últimos anos foram mantidos.
Dilma promete apoio a pequenas empresas de tecnologia
A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (3) que as pequenas empresas de tecnologia são uma aposta do governo para criar empregos, especialmente para jovens.
Lucro líquido da Ambev cresce 12,3% no primeiro trimestre de 2012
A Ambev (AMBV4) fechou o primeiro trimetre de 2012 com lucro líquido de R$ 2,346 bilhões, o que representa um avanço de 12,3% na comparação com o resultado do mesmo período de 2011, que foi de R$ 2,088 bilhões.
Dólar sobe em dia de mais reuniões entre líderes europeus
O dólar opera em alta ante o real nesta manhã, enquanto no mercado de câmbio externo as principais moedas ainda não mostram uma tendência definida. Às 9h45, o dólar comercial avançava 0,39%, cotado a R$ 1,796 na compra e a R$ 1,780 na venda. Na máxima, foi a R$ 1,804.
Ibovespa reduz ganhos, mas ainda opera em alta
Mesmo com a abertura positiva de Wall Street e com a forte valorização das Bolsas europeias, o mercado acionário brasileiro perdeu força, pressionado principalmente por papéis mais atrelados à cena interna, como de construção.
Emprego na indústria cai 0,4% em setembro, aponta IBGE
O número de vagas criadas na indústria caiu 0,4% em setembro, ante alta de 0,5% em agosto. Os dados são da Pimes (Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário), divulgada nesta sexta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


