Publicado por Redação em Notícias Gerais - 12/11/2012 às 15:46:59
Brasil tem superávit comercial de US$ 891 mi no mês
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 891 milhões nos onze primeiros dias do mês de novembro, segundo números divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
As exportações no período somaram US$ 7,290 bilhões, com média diária de US$ 1,215 bilhão. As importações totalizaram US$ 6,399 bilhões, com média diária de US$ 1,066 bilhão. No acumulado do ano, o superávit comercial soma US$ 18,262 bilhões, resultado de vendas externas de US$ 209,650 bilhões e importações de US$ 191,388 bilhões.
Fonte: R7
Posts relacionados
Brasil vai retomar crescimento robusto, diz presidente do BC
O Brasil será capaz de superar a atual desaceleração econômica e retornará a um crescimento robusto, enquanto segue de olho nas saídas de capital, disse o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, segundo um diário alemão.
PIB tímido faz governo repensar estratégia de estímulo à economia
Preocupada com o fraco desempenho da economia brasileira neste ano, a presidente Dilma Rousseff prepara mais um pacote de medidas para tentar reverter tal quadro. A primeira etapa desse novo plano deve ser anunciada ainda nesta semana, incluindo concessões de rodovias e ferrovias ao setor privado.
Dilma: governo age para país ter melhor desenvolvimento possível
Em um cenário de crise econômica internacional e de seguidos sinais de fraqueza da atividade no Brasil, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que seu governo está atento para garantir que o país tenha o melhor desenvolvimento possível.
Crédito já dá sinais de melhora, afirma presidente do BC
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta segunda-feira (21) que foi detectada, nas últimas semanas, uma melhora tanto no volume de concessões de crédito quanto na redução das taxas cobradas pelos bancos.
Com dólar caro e juro menor, BC reduz previsão para dívida pública
A alta do dólar e a redução da taxa básica de juros, a Selic, foram os principais fatores que levaram ao Banco Central a reduzir a previsão para a dívida pública neste ano.


