Publicado por Redação em Vida em Grupo - 01/11/2012 às 16:36:46
Vida para o corretor de seguros
Pesquisa da MetLife aponta que entre os principais atributos notados pelo cliente na escolha da companhia estão custo adequado e a indicação do corretor
A importância do corretor na comercialização de seguro de vida é maior do que ele imagina. A informação é endossada por uma pesquisa realizada pela MetLife com seus segurados, na qual o corretor é evidenciado como responsável pela escolha da companhia.
Quando questionados sobre o motivo que leva a empresa a escolher a MetLife, os entrevistados responderam que entre os principais atributos estão o custo adequado e a indicação do corretor.
“O cliente identifica o corretor como importante para direcionar e aconselhar sobre a companhia de seguros ou produto mais adequado. É diferente de outros canais de distribuição”, disse o diretor executivo de Vendas da MetLife, Márcio Magnaboschi (foto), durante a 14ª Tribuna Livre realizada na segunda-feira, 29 de outubro, pela Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, entidade presidida por Pedro Barbato Filho.
Segundo ele, junto com o aconselhamento do corretor os entrevistados também assinalaram a solidez da seguradora.
Poucos corretores em cena
Conforme Magnaboschi, todos os indicadores da pesquisa levam à importância do corretor de seguros no processo de distribuição. Entretanto, no segmento de vida e acidentes pessoais, que cresce a uma taxa de 15%, ainda é baixa a atuação dos corretores.
Segundo o presidente do CVG-SP, Osmar Bertacini, o número de segurados de Vida é pequeno e o segmento necessita de profissionais que divulguem e difundam o segmento de pessoas. “Esse é o momento para que os corretores se conscientizem cada vez mais da necessidade da proteção do seguro de vida e do acidentes pessoais”, assinalou Bertacini.
Já Alexandre Camillo, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo, lembrou que embora pesquisas comprovem que consumidores não são fiéis a produtos por mais do que três anos, os corretores têm um trunfo nas mãos. “O consumidor pode não ser fiel à companhia, mas ainda é fiel a nós. Ainda temos uma relação de longevidade com o cliente”. No entanto, ele lembrou que esta relação é mal explorada pelos profissionais.
Fonte: segs
Posts relacionados
Seguro de pessoas cresce 13% em agosto, diz Fenaprevi
O mercado de seguros de pessoas, que engloba apólices de vida, educacional, funeral e outros, arrecadou R$ 2 bilhões em agosto, montante quase 13% superior ao visto no mesmo período do ano passado, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Foram pagos no mês R$ 542,6 milhões em indenizações aos segurados.
Estudo diz que Brasil tem potencial para ser o 8º maior do mundo em seguros
País, que ocupava 15º lugar em 2010, dará salto na receita de prêmios até 2020
2011 foi o melhor dos últimos dez anos
A última década tem sido bastante favorável para o mercado de seguros. Mas, nenhum ano foi melhor do que 2011. A opinião é compartilhada pelas principais lideranças do setor, que não esconderam o otimismo quanto à manutenção dessa tendência de crescimento em 2012,
Brasil avança rumo ao microsseguro
"Estamos construindo uma proposta em conjunto com a CNseg que será apresentada ao CNSP. Esperamos aprovar, até o primeiro semestre de 2012, um marco regulatório para o microsseguro no Brasil".


