Publicado por Redação em Vida em Grupo - 17/10/2011 às 12:24:25

Continua a campanha: Seguro é Proteção, Proteção não é Seguro.

Lançada em março deste ano, a campanha "Seguro é Proteção, Proteção não é Seguro", comandada pelo Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, continua. Com o objetivo de alertar o consumidor de seguros para as proteções ofertadas por cooperativas e associações, a iniciativa já se tornou um escudo para os corretores de seguros.

Para o presidente Amílcar Vianna, a campanha está tendo uma repercussão acima da esperada. "A nossa ação tomou grandes proporções. Estamos conseguindo convencer o consumidor de que não vale a pena levar "gato por lebre". Existem muitos produtos com preços atraentes no mercado de seguros, mas muitas pessoas não têm noção deles, não os conhecem. Por isso deve haver um trabalho árduo dos corretores, disseminando a cultura do Seguro e seus benefícios. A campanha está inclusive os ajudando a concluir suas operações com sucesso", disse.

O Ministério da Fazenda divulgou recentemente o volume do rombo feito pela pirataria no setor: R$ 3 bilhões ao ano. Dados divulgados pela Susep, mostram que atualmente existem mais de 100 empresas operando à margem da lei, enquanto existem mais de 130 seguradoras atuando legalmente.

Desde janeiro do ano passado, a autarquia instaurou 77 inquéritos contra associações e cooperativas que comercializam a chamada "proteção veicular", o que representa uma média de 4,5 processos por mês ou um a cada semana.

Fonte: www.cqcs.com.br | 17.10.11


Posts relacionados

Vida em Grupo, por Redação

Circulares definem pontos decisivos para o microsseguro

Atualmente mais de 100 bilhões de pessoas recebem menos de três salários mínimos no Brasil. Essa parcela da população não é coberta por seguros e é o público-alvo do microsseguro.

Vida em Grupo, por Redação

Seguradora cresce 21% puxada por previdência privada

Estimativa da Bradesco Seguros é um crescimento mais comedido para este ano, entre 13% e 16% em 2012

Vida em Grupo, por Redação

Beneficio do INSS não paga nem 60% de bom plano de saúde

Para 19 milhões de brasileiros que ganham um salário mínimo de aposentadoria do INSS (R$ 545) contratar um plano de saúde é tarefa complicada.

Deixe seu Comentário:

=