Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 10/09/2014 às 10:32:55

Planos de saúde lideram a lista de reclamações do IDEC

Pesquisas feitas pelo IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostram que os clientes não estão satisfeitos com os planos de saúde. Eles foram recordistas de queixas em onze dos doze levantamentos que o IDEC fez nos últimos anos.

Um bom negócio depende das informações que o corretor passa, mas também do consumidor, que deve saber exatamente que tipo de plano atende às necessidades dele. O prazo de carência é apenas uma das muitas perguntas que tem que estar na ponta da língua.

É preciso saber também se o plano é:

- Ambulatorial: com preço mais baixo, mas que só permite consulta e exame.
- Hospitalar: que pode ser com ou sem direito a internação para partos.
- Referência: mais caro, porém mais completo.

O consumidor deve também checar a rede credenciada, os exames e cirurgias cobertos e a área de cobertura, que pode ser nacional, regional ou municipal.

O consultor em direito da saúde Luiz Fernando Moreira diz que o cliente tem que ser chato e cobrar o manual com as características gerais do plano - as operadoras são obrigadas a entregar quando um contrato for assinado. Também é preciso prestar atenção na regra básica de qualquer negociação: só vale o que está escrito.

“A minha recomendação seria no sentido que ele exija do corretor já que ele não trouxe o manual, que ele escreva tudo aquilo que está oferecendo como proposta pra contratação do produto. Pra que a pessoa não se arrependa no futuro com relação aquele produto que ela imaginou contratar e na prática não ser aquilo”.

Fonte: http://g1.globo.com


Posts relacionados

Saúde Empresarial, por Redação

Liderança e influência social: as habilidades mais importantes para o RH até 2030

Pesquisa da TOTVS elencou as soft e hard skills indispensáveis no mercado com o novo papel estratégico do setor. Veja quais são.

Saúde Empresarial, por Redação

Ministério vai investir R$ 35 bi em medicamentos produzidos no País

As indústrias brasileiras da saúde estão diante de uma janela de oportunidades para investirem na produção nacional de medicamentos, especialmente os biológicos.

Saúde Empresarial, por Redação

Paramentação cirúrgica de uso único diminui risco de infecção

Há 15 anos no Brasil, a empresa americana Kimberly-Clark comprova, por meio de estudos, que a paramentação cirúrgica de uso único diminui o risco de infecção hospitalar e contribui para a redução do custo total e aumento da produtividade das instituições de saúde.

Deixe seu Comentário:

=