Paim: reforma da Previdência de Temer favorece bancos
Senador Paulo Paim (PT-RS) disse que as restrições ao direito dos trabalhadores à aposentadoria, pretendidas pela ideia de reforma que vem sendo ventilada pelo governo interino de Michel Temer, tem como beneficiários diretos os bancos e seus fundos de previdência privada
O senador Paulo Paim (PT-RS) disse nesta quinta-feira (11) que as restrições ao direito dos trabalhadores à aposentadoria, pretendidas pela ideia de reforma que vem sendo ventilada pelo governo interino, tem como beneficiários diretos os bancos e seus fundos de previdência privada.
Paim citou experiências de privatização na Argentina, Chile e Estados Unidos como fracassadas e defendeu a sustentabilidade do modelo de sistema público brasileiro.
O senador dirigiu ontem audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, realizada no Sindicato dos Químicos de São Paulo junto com representantes de movimentos sociais e entidades sindicais.
Para o presidente da CUT em São Paulo, Douglas Izzo, os trabalhadores deverão reagir às tentativas de retiradas de direitos preparando uma greve geral nacional. Assista:
A Receita Federal paga, nesta sexta-feira (15), restituições de Imposto de Renda de um lote multiexercício de 2008 a 2012. Os lotes residuais referem-se a contribuintes que caíram na malha fina do Fisco.
O governo paulista espera implementar ainda este mês o primeiro plano de previdência complementar criado para servidores públicos no País, usando o teto do regime geral da Previdência como valor máximo para o pagamento da aposentadoria.
Os donos de plano de previdência privada devem ficar alerta para o comportamento da taxa básica de juros (a Selic) para ver se vale a pena manter a estratégia de investimento.
Graças a um forte aumento na arrecadação, o governo central (composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou superávit primário de R$ 7,6 bilhões em março