Publicado por Redação em Previdência Corporate - 06/03/2015 às 11:35:58

Estudo da Brasilprev revela que investidoras em previdência privada são jovens e têm visão de longo prazo

A Brasilprev, uma das líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista nesse setor, tem quase metade de sua gama de clientes constituída por mulheres.

Um levantamento realizado pela empresa constatou que 48% de sua base de participantes é composta por pessoas do sexo feminino. O estudo, realizado em dezembro de 2014, também apontou o perfil das investidoras e revelou que 43,8% são solteiras, 63,8% têm até 50 anos de idade e mostrou, ainda, que 45,7% possuem ensino superior, porcentagem maior que a registrada entre os homens – 36,8%.

A gerente de Inteligência e Gestão de Clientes da Brasilprev, Soraia Fidalgo, comenta o comportamento das mulheres que investem em previdência. “A maioria das investidoras tem visão de longo prazo, visto que 53% delas optam pela tributação regressiva e, ao mesmo tempo, são conservadoras, pois 69,7% têm seus planos aplicados em fundos com 100% de renda fixa. Em relação à modalidade, 71,5% dos planos são Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)”.

Outro dado levantado foi que 77% das participantes optam por fazer aportes periódicos, revelando disciplina em poupar. “A média do valor investido por mês pelas mulheres é de R$ 299, enquanto a dos homens é de R$ 320.

Embora os aportes periódicos delas sejam menores, no último ano o tíquete das mulheres teve maior evolução, com 12,1% enquanto o dos homens foi 11%”, explica Soraia. Na Brasilprev, 64,7% das investidoras têm planos para si, enquanto 30,7% são responsáveis financeiras de planos para menores, denominados na companhia como Brasilprev Junior, e 4,6% além de possuírem planos individuais também são responsáveis financeiras de um produto para crianças e adolescentes. “No caso dos homens, 27,3% são responsáveis financeiros de planos para menores.

Esse cenário se justifica pelo crescente papel da mulher como protagonista financeira nas famílias. Consequentemente, ela também se torna responsável pelos investimentos dos filhos”, conclui.[2]

Fonte: http://www.segs.com.br


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