Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 15/06/2011 às 15:02:28

Einstein utiliza tecnologias móveis para gerir Pronto Atendimento

A satisfação dos pacientes atendidos no Pronto Atendimento (PA) do Hospital Albert Einstein só era medida por meio de queixas. A partir de maio de 2010, a instituição começou a desenhar um projeto a fim de analisar o dia a dia do PA como, por exemplo, fluxo de entrada e saída de pacientes, tempo de atendimento, deslocamento de equipes, além dos processos envolvidos durante a assistência à saúde. O projeto foi apresentado na sede da IT Mídia durante encontro “1.2.1 Network Saúde”, sob o tema “Mobilidade”.

De acordo com o gerente de TI do Hospital Albert Einstein, Alessandro Dalcim, foram pontuados os seguintes eixos para o início do trabalho: necessidade, objetivo, requisitos/tecnologia, fundamentação e implementação.

“Procuramos olhar cada fase do PA. Desde o pronto socorro, triagem, pediatria, emergência, imagem, entre outros”, disse Dalcim.

As tecnologias utilizadas pelo Einstein foram: sistema de localização através do Sistema de Localização tempo Real (RTLS), utilizando a infraestrutura Wireless do hospital. Além de um tag RTLS utilizado por cada paciente para localização dentro das salas de triagem, médicos e exames (raio-x, ultrassom, etc).

“Toda inteligência esta no Aeroscout Mobile View, que é a aplicação que traduz localização de tags em regras de negócio, onde as informações são armazenadas sendo gerados alertas, relatórios, localização no mapa em tempo real, status de paciente, entre outros”.

O projeto está na primeira fase, contemplando o modelo Supertrak, que é um tempo de atendimento mais curto (entre checkin e checkout), mais fácil de analisar os resultados para seguir para próximas fases, segundo Dalcim.

Depois do gerenciamento dos serviços, o PA, agora, tem métricas para os processos, além das relacionadas com satisfação do cliente como tempo de espera (triagem, medico, raio-x, ultrasom, etc), quantidade de pacientes em espera, pacientes que utilizam o PA apenas como entrada para realizar exames, entre outros.

“Com isso é possível medir se a estrutura atual é suficiente com relação a staff, recursos, podendo assim otimizar os recursos existentes e planejar melhorias com maior assertividade”.

Fonte: www.saudebusinessweb.com.br | 15.06.11


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