Publicado por Redação em Previdência Corporate - 01/10/2014 às 11:04:48

62% dos jovens não pagam contribuição para a aposentadoria

Somente 31% dizem contribuir com o INSS, segundo a Serasa Experian.

Falta de planejamento também é presente entre as pessoas mais velhas.

A maioria dos jovens não planeja a aposentadoria, segundo pesquisa da Serasa Experian, divulgada nesta segunda-feira (29). Do total de jovens de 16 a 24 anos, 62% não fazem nenhum tipo de contribuição para a aposentadoria. Somente 31% dizem contribuir com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e 1%, com a previdência privada.

Para o o Indicador de Educação Financeira (IndEF) 2014, elaborado pela Serasa Experian e IBOPE Inteligência, foram entrevistadas 2.002 pessoas maiores de 16 anos de idade, em 140 cidades de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior, no primeiro trimestre de 2014.

A falta de planejamento também é presente entre as pessoas mais velhas. De acordo com o indicador, 49% da população de 25 a 34 anos e 46% dos brasileiros de 35 a 44 anos não investem na aposentadoria.

“Em geral, a preocupação com o futuro não é uma característica marcante dos jovens. Além disso, uma parcela deles pode estar fora do mercado de trabalho formal e a falta de interesse em contribuir de maneira individual também colabora para o alto índice. Esse comportamento ainda é reforçado pela tendência ao consumo imediatista, que concorre diretamente com o planejamento financeiro e com a falta de comprometimento para a construção de um futuro tranquilo”, diz o superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Júlio Leandro, em nota.

Pior desempenho
O IndEF, que trabalha em uma escala de 0 a 10, deu média 6 aos brasileiros. De acordo com a Serasa, quanto maior o índice, maior o nível de educação financeira. Neste ano, os jovens tiveram o pior desempenho. O grupo de 16 a 17 anos apresentou queda em relação à nota do ano passado: de 5,9 para 5,5. Os brasileiros que têm entre 18 e 24 também caíram na comparação com 2013, de 5,9 para 5,8.

Autor / fonte: g1.globo.com


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