Publicado por Redação em Carreira | 02/09/2021 às 11:42:45

Como executivas de grandes empresas vão preparar mulheres para a inovação



A empreendedora americana Leila Janah, fundadora do Sama Group, costuma dizer que “os talentos são igualmente distribuídos, mas as oportunidades não”.  A frase é usada para exemplificar algumas estatísticas muito presentes no mundo dos negócios: ainda há muito menos mulheres em posições de liderança do que homens na maioria das grandes companhias ao redor do mundo, por mais que já esteja comprovado por várias pesquisas a importância da diversidade de gênero em cargos executivos para que uma empresa atinja melhores resultados.

Para mudar este cenário, muitas executivas têm se unido em iniciativas que visam dar mais acesso e visibilidade às profissionais mulheres, além de criar redes de apoio que auxiliem essas futuras executivas ao longo de toda sua jornada.

“Quero dividir meus aprendizados com cada vez mais mulheres para garantir um futuro com mais equidade e representatividade”, afirma Olivia Meira, líder na área de Corporate Ventures no Grupo Boticário.

Outra que compartilha da mesma visão é Luciana Sater, Investment Partner do Fundo de Bebidas da América Latina da ZX Ventures, um hub de inovação e aceleração da Ambev. “Precisamos de mais representatividade feminina. É isso que me move a buscar mais mulheres empreendedoras e a fomentar redes femininas focadas em empreendedorismo, trocas e conexões que acabam por gerar novas oportunidades para tantas mulheres talentosas, diz ela.

Olivia e Luciana estão juntas em uma iniciativa para o fortalecimento da presença de mulheres em posições estratégicas em áreas de inovação. Elas são duas das professoras da Women In Innovation (WIN), imersão criada pela Future Dojo (joint-venture de educação da EXAME e da ACE) e pela B2Mamy (empresa de educação e pesquisa especialista em solucionar os desafios de gap de gênero no ecossistema de inovação e tecnologia).

Ao longo de nove encontros o WIN irá apresentar conceitos fundamentais para a gestão de times de inovação aberta, além de fomentar a criação de uma comunidade e rede de apoio entre as alunas. A ideia é que deste grupo saia a próxima geração de mulheres líderes de inovação no país.

A lista de professoras da imersão inclui dezenas de executivas que trilharam carreira nas áreas de inovação aberta de algumas das empresas mais reconhecidas por este tipo de iniciativa, como Danone Nutricia, Cubo Itaú e Google.



Fonte: EXAME


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